sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A Tecnologia revira a Educação
Com o crescimento da tecnologia utilizada dentro da sala de aula, o termo mais usado é o conceito de educação à distância. A Internet, televisão, rádios, vídeos-conferências entre outros têm feito uma promoção da educação dentro da sociedade. Essa tecnologia permite que o professor ministre sua aula no mesmo espaço de tempo para todo o Brasil por um sinal via satélite e desta maneira a educação tem crescido cada vez mais.
Dentro desta tecnologia são utilizados materiais didáticos como livros e apostilas, mas que ao mesmo tempo vêm perdendo seu espaço gradativamente para o uso de Mídias tecnológicas. Essa tecnologia faz com que o indivíduo busque mais autonomia dentro da sala de aula e sociedade, que por sua vez leva o ser humano a desenvolver uma prática social de busca constante de novos meios tecnológicos que surgem a cada dia, contribuindo assim para o mercado de trabalho e uma melhor posição social.
Esse processo tecnológico veio como um agente facilitador do processo de educação, onde as pessoas buscam recuperar o tempo perdido podendo ter ainda uma qualidade de vida profissional e familiar de sucesso. Isso faz com que o uso da tecnologia se torne tão próximo do ser humano que percebemos a sua presença, pois ela é usada de forma tão natural em nosso cotidiano.
Dentro desta tecnologia são utilizados materiais didáticos como livros e apostilas, mas que ao mesmo tempo vêm perdendo seu espaço gradativamente para o uso de Mídias tecnológicas. Essa tecnologia faz com que o indivíduo busque mais autonomia dentro da sala de aula e sociedade, que por sua vez leva o ser humano a desenvolver uma prática social de busca constante de novos meios tecnológicos que surgem a cada dia, contribuindo assim para o mercado de trabalho e uma melhor posição social.
Esse processo tecnológico veio como um agente facilitador do processo de educação, onde as pessoas buscam recuperar o tempo perdido podendo ter ainda uma qualidade de vida profissional e familiar de sucesso. Isso faz com que o uso da tecnologia se torne tão próximo do ser humano que percebemos a sua presença, pois ela é usada de forma tão natural em nosso cotidiano.
Jussilene de Jesus Santos de Souza
A educação a distância no Brasil
A educação e tecnologia sempre andaram juntas, para que haja uma preparação dos estudantes individuos para o uso dos meio tecnologicos na sociedade. As tecnologiass estão presentes em todos os meios sociais.
A aprendizagem e a ultilização dessas tecnologias pelo homem chamamos de socialização.
No início do séc 21, ao chegar o futuro obsevamos alguns modos de socialização e mediação, através dos artefatos técnicos. As crianças aprendem praticamente sozinhas; através das máquinas inteligentes e interativas, como o uso de celulares computadores entre outros. Observamos também que a sociologia está interagindo de forma ampla, que não há como contestar que a diversidade de mídias eletrônica que vem assumindo o seu papel cada dia no desenvolvimento de socialização, ao passo da escola. Partindo na maioria das vezes pelos setores privados, e as escolas se interragindo aos apelos critivos e sedutores do mercado se entregando de corpo e alma as inovações tecnológica, sem criticas e com um pouco de critividade para que esse usuario se torne o consumidor das tecnologias.
Luziene Fortunato Silveira Menezes.
A aprendizagem e a ultilização dessas tecnologias pelo homem chamamos de socialização.
No início do séc 21, ao chegar o futuro obsevamos alguns modos de socialização e mediação, através dos artefatos técnicos. As crianças aprendem praticamente sozinhas; através das máquinas inteligentes e interativas, como o uso de celulares computadores entre outros. Observamos também que a sociologia está interagindo de forma ampla, que não há como contestar que a diversidade de mídias eletrônica que vem assumindo o seu papel cada dia no desenvolvimento de socialização, ao passo da escola. Partindo na maioria das vezes pelos setores privados, e as escolas se interragindo aos apelos critivos e sedutores do mercado se entregando de corpo e alma as inovações tecnológica, sem criticas e com um pouco de critividade para que esse usuario se torne o consumidor das tecnologias.
Luziene Fortunato Silveira Menezes.
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Sabe-se que a Educação a Distância Surgiu para dar oportunidade aqueles que não podem freqüentar um curso presencial, seja por motivo financeiro, temporal ou espaço geográfico. Criando assim segundo Belloni um meio de comunicação cujas possibilidades dependem da tecnologia utilizada e do planejamento da Instituição. A autora também ressalta algumas características da EAD, tais como:
Sabe-se que a Educação a Distância Surgiu para dar oportunidade aqueles que não podem freqüentar um curso presencial, seja por motivo financeiro, temporal ou espaço geográfico. Criando assim segundo Belloni um meio de comunicação cujas possibilidades dependem da tecnologia utilizada e do planejamento da Instituição. A autora também ressalta algumas características da EAD, tais como:
a) Distância entre professor e aluno;
b) Ruptura temporal do processo da educação;
c) Mediação por um aparato tecnológico;
d) Flexibilidade na estruturação dos conteúdos;
e) Ênfase na autonomia do aluno enquanto gestor do seu processo de aprendizagem;
f) Mudanças administrativas e organizacionais.
Nessa perspectiva observa-se uma mudança no que diz respeito a professor e aluno, Pois nota-se a responsabilidade do aluno em administrar seu tempo para estudar, para isso também deve ser auxiliado pelo tutor tanto na organização do seu tempo quanto na execução das atividades on-line, tais como: participação nos chats, fóruns, portfólios e cumprimento nas postagens das atividades, sabendo que estas tem tempo determinado para participação e troca de conhecimentos que são mediadas pelos meios tecnológicos através da figura do professor tutor que nesse momento se torna mas próximo dos seus alunos, pois é ele que estabelece diretamente o diálogo com os mesmos, tirando suas dúvidas, orientando-os e filtrando as informações gerais para a facilitação da aprendizagem. Devendo ele monitorar o chat e email enviados pelos alunos. Por isso que o tutor deve ter algumas habilidades, tais como: a) orientar a aprendizagem; b) motivar o aluno; c)conhecer as ferramentas tecnológicas; d) ser aberto as criticas, etc...
Arabela de Oliveira Santos
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Consequências do Sistema EAD
Um dia o quadro negro e o giz foi substituído pelo quadro branco e canetas especiais, agora, vivemos uma conjuntura na qual numa sala de aula, o quadro está sendo substituído por uma grande tela de cristal liquido ou de plasma, ligado ao computador onde está todo o material multimídia necessário para que a aula seja uma grande viagem pelo conhecimento, ricamente ilustrada, sedutora e amplamente voltada a inserir os seus usuários no universo da pesquisa constante.
As transformações técnico-científicas, econômicas, políticas e sociais determinam às Instituições de Ensino a necessidade permanente de novas tecnologias. O advento do ensino a distância trás consigo novas formas de organização não apenas deste ensino, como também do trabalho dentro das Instituições Acadêmicas. Assim, em um novo cenário as IES buscam novas alternativas para viabilizar a oferta diversificada de seus serviços.
A apropriação do conhecimento tecnológico, onde a informática e as redes de comunicação assumem novos papéis no processo de transformação social é fundamental na sociedade moderna. Acredita-se que este conhecimento deva ser um instrumento de apropriação e construção de novos conhecimentos. A rede mundial de computadores pode apoiar formas inovadoras de aprender, ensinar e avaliar, sendo vista como uma aliada no processo de reestruturação do ambiente de ensino e aprendizagem.
O grande desafio é o da capacitação profissional de docentes capazes de operar com as novas tecnologias, não atuando nos cursos de forma conteudista e sim executando projetos baseados em habilidades, competências e atitudes. O educador tem que assumir o papel de construtor, lapidador de ambientes e metodologias que propicie um aprendizado dinâmico. Seu novo papel será o de estimular a colaboração entre os alunos no processo de aprendizagem do grupo e propiciar a ampliação de redes de relacionamentos de um mesmo foco do conhecimento. Só assim o resultado será satisfatório.
As escolas precisam repensar a forma de investir seus recursos de informática e de TIC (Tecnologias Informação e Comunicação) o modelo de grandes laboratórios de informática estão superados, as TICs devem fazer parte do cotidiano dos alunos e professores como todos os outros equipamentos de uma sala de aula convencional.
Penso que o professor precisa mudar a atitude e a forma de ensinar. Não adianta ficar diante de uma câmera, como se ele estivesse gravando uma aula ou ministrando uma aula presencial, e isto ser transmitido via satélite para várias localidades. Ele deve se comportar de forma diferente. Os melhores resultados alcançados por instituições pioneiras em EAD são frutos de uma atuação com habilidades, competência e atitudes e não com os referenciais tecnológicos.
O papel docente nesta nova práxis educativa procurará garantir o aprendizado do seu aluno a distância. Torna-se muito mais complexo seu papel na medida em que precisa, ao invés de “dar aulas” face a face, passar a lecionar através de utilização de outras linguagens apoiadas por meios informacionais e de comunicação, que atingirão não apenas 30 ou 40 pessoas, mas às vezes centenas delas, numa relação de tempo e espaço diferentes da atividade presencial que conhecemos. O trabalho docente, neste contexto de EAD, caracteriza-se pela parceria, que vai desenvolver-se com a participação da tutora, reservada a um profissional da mesma área, que estará na “ponta” do processo de ensino-aprendizagem, garantindo a qualidade do processo de apropriação do conhecimento.
O tutor ou orientador acadêmico tem o papel didático-pedagógico de acompanhar, motivar, orientar e estimular o aprendizado de um aluno adulto, “solitário” da EAD. Seu trabalho será mais qualificado na medida em que conheça com profundidade o material didático produzido pelo professor, muitas vezes até podendo participar de sua produção e/ ou reformação, sobremodo se estiver inteirado do projeto político-pedagógico do curso. É por intermédio dele, também, que se garantirá a efetivação do curso em todos os níveis.
Portanto, o futuro do EAD em ambientes acadêmicos aponta para a formação de alunos em todos os níveis que estejam adaptados as tecnologias, sejam independentes no processo de aprendizado e tenham um desejo intenso de pesquisa aliado à capacidade de gerir o conhecimento adquirido, além de proporcionar hoje, um papel democratizador do ensino, pois, pode levar cultura a lugares de difícil acesso, e, permite ao educando escolher o melhor momento para seus estudos.
Elaine Conceição Feitoza
Mediações na Educação a Distância
Mediações na Educação a Distância
É notável o elevado crescimento do número de alunos nos cursos ofertados na modalidade de educação a distância no Brasil. O marco legal da expansão da EaD foi o artigo 80 da LDB (Lei 9394/96) que afirma que o poder público incentivará o desenvolvimento e veiculação de programas de ensino a distância em todos os níveis e modalidades de ensino e de educação continuada.
A partir de então o MEC baixou o decreto nº 2494/98 que foi substituído pelo Decreto 5622 que caracterizou a educação a distância como aquela mediada por meios e tecnologias de informação e comunicação, destacando a necessidade de professores para realizar essa mediação. Estabeleceu alguns princípios para que as instituições fossem credenciadas, como a existência de Projetos Pedagógicos, professores qualificados, serviços de suporte, pólo de apoio, instalações físicas e infra-estrutura, bibliotecas, inclusive com acesso a internet.
Outro dispositivo legal federal foi a Portaria nº 4.059/2004 que permite que até 20% da carga horária total de um curso superior possa ser ofertada com disciplinas a distância de forma semi-presencial.
Lemgruber mostra que não deve haver dicotomia radical entre educação presencial e a distância enquanto concepções antagônicas de educação. Na verdade o que se pode ver no contexto atual são os cursos a distância recorrerem a atividades presenciais e a utilização das tecnologias de informação e comunicação nos cursos presenciais, objetivando melhorar a qualidade da aprendizagem. O que se tem defendido é uma educação aberta, plural e dialógica sem a redução ou polarização entre ambas.
Um outro ponto destacado por Lemgruber é a importância de se estabelecer critérios de qualidade para a EaD. Esses critérios podem ser localizados no Referencial de Qualidade para cursos a Distância, lançados pelo MEC. Dentre eles o autor referenda sua preocupação com a função docente nos cursos de EaD, enfatizando a importância desse profissional na mediação pedagógica, assumindo o papel de autor, planejador e tutor dentro do processo.
É importante destacar o papel do tutor nos cursos de EaD. Na verdade ele é um professor que deve ser qualificado e ter condições de trabalho que garantam a qualidade do serviço ofertado. O tutor deve assumir um papel importante, pois ele é o mediador e deve estimular, motivar e acompanhar todo o processo de desenvolvimento do aluno. Portanto, ele deve ter seu papel reconhecido, inclusive no que diz respeito ao número de alunos atendidos e ao salário que lhe é pago.
Os cursos de EaD são uma realidade e seu crescimento mostra a aceitação que a sociedade atual demonstra ter. No entanto, há que se ter uma preocupação com a qualidade do ensino ofertado em EaD. Para tanto se faz necessário que as instituições reguladoras do MEC estabeleçam critérios e processos de monitoramento de qualidade do funcionamento dessas instituições, tendo em vista o aprimoramento do processo e a adoção das mediações pedagógicas de qualidade tanto das ferramentas tecnologia, quanto dos professores e tutores envolvidos.
LEMGRUBER, Márcio Silveira. Mediação Pedagógica na Educação a Distância. In: 2º Simpósio – Hipertexto e Tecnologias na Educação – Modalidade e Ensino.
Maryluze Souza Santos Siqueira
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Formação Superior e Educação a Distância
Formação Superior e Educação a Distância
A educação a distância é uma modalidade de ensino que favorece o desenvolvimento da autonomia, pois permite ao aluno flexibilizar seu tempo de estudo e utilizar diferentes mediações para realizar sua aprendizagem. Acreditamos que as instituições de ensino superior devem aproveitar o potencial de seus profissionais para implementarem e aprimorarem a formação a distância. Para tanto é necessário a definição de uma estratégia própria, planificada e adequada ao público a que se destina.
A introdução da EAD nas universidades públicas é um desafio que exige investimentos na área tecnológica, na estrutura pedagógica, na capacitação de seus profissionais e acima de tudo na definição de sua filosofia de educação, só assim poderemos avançar no processo de formação autônoma do trabalhador e do cidadão brasileiro.
A sociedade atual marcada pela globalização e pelo avanço das novas tecnologias exige que cada indivíduo esteja em constante processo de aprendizagem para acompanhar as mudanças na produção e no acesso ao conhecimento.
Neste processo a Educação a Distância é vista como uma saída eficaz para atender as demandas de educação permanente, facilitando, portanto, a inserção (re-inserção) do trabalhador no mundo produtivo.
Nesses processo, Tassigny (2007) apresenta algumas estratégias que poderão ajudar as instituições de ensino superior a conduzir a implementação e funcionamento da ead, como a introdução de cursos e programas de graduação e progressivamente a pós-graduação lato e stricto sensu. Aponta critérios para esse avanço como a avaliação da sua eficácia, adoção de um processo integrado de planificação, isto é, planejar as ações juntamente com os professores da instituição e adequar os cursos ao público a que se destinam; motivar os membros do corpo docente a engajarem no programa de educação a distância através da melhoria de salários, inovações didáticas, utilização da carga horária do docente para aperfeiçoamento, entre outras; firmar parcerias com outras instituições para diminuir os gastos; e regulamentar a carreira docente dos envolvidos.
Um outro ponto importante é a organização de uma estrutura básica que dê sustentação ao funcionamento e à avaliação da EAD, através da Coordenação e Planejamento (grupo de profissionais de diversas áreas), a criação de um Conselho Consultivo de Ensino e Aprendizagem (equipe multidisciplinar), criação de um Observatório de Ensino a Distância que vise a atualização de conhecimentos entre os envolvidos, a estruturação de perfis e competências para a EAD na instituição.
Um elemento fundamental é a relação da formação a distância com a educação contemporânea, tendo em vista que o contexto atual aponta a formação para a autonomia como uma necessidade do século XXI e é exatamente este um dos princípios da práxis pedagógica da EAD. Esta também está relacionada aos pilares da educação que fundamentam a aprendizagem que são: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver; e aprender a ser.
Esse novo ordenamento educacional balizado pelas novas tecnologias exige uma nova práxis pedagógica que leve em consideração o tripé trabalho/tecnologia/ciência e cultura, assim como a flexibilização de formas, métodos, didáticas, tempos e novos espaços de aprendizagem. Para tanto é fundamental investir na formação dos professores para que se adotem novas maneiras de ensinar e novas formas de aprender.
Assim, as instituições de ensino devem definir o papel do formador a distância, assim como organizar sua equipe de trabalho que deve estar integrada atuando de forma colaborativa. È importante também a definição da linha de ação da EAD, que deve ser clara e acessível a todos os envolvidos. A proposta de trabalho não pode perder de vista a valorização e o exercício da autonomia, garantindo o acesso aos conhecimentos socialmente construídos e tenha como base a cultura, a tecnologia e a informação, elementos indispensáveis para assegurar a preparação para o trabalhado e para o exercício da cidadania.
TASSIGNY, Mônica Mota. Formação Superior, Educação a Distância e os pilares da educação contemporânea. In: Revista Humanidades. V 22. P. 123-127. Fortaleza, jul/dez, 2007.
Maryluze Souza Santos Siqueira
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